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terça-feira, 15 de outubro de 2024

Publicações do 2º semestre/2018 ao 1º semestre/2024

LIVROS

PARREIRA, Artur (coord.); MOURA, Rui Duarte; MARUJO, Marcelo; GALDINO, Mary Neusa Dias; BALLARDIN, Graça; PARREIRA, Frederico; COLAÇO, Inês; BRANDÃO, Marcelle Rossi; SANTOS, Priscila; LOURENÇO, Rui - Equipa DEMOCRATOR (2024). "Democracia para a Complexidade das Sociedades do Conhecimento". 1ª Edição. Rio de Janeiro – Brasil: Instituto de Ciência, Tecnologia e de Inovação Sustentável, 2024. 231 p. ISBN: 978-65-01-07211-1.

CAPÍTULOS DE LIVROS E ARTIGOS EM REVISTAS TÉCNICAS E CIENTÍFICAS

MOURA, Rui Duarte, PARREIRA, Artur & GALDINO, Mary (2022). Strategic Innovation, Human Development and Sustainability: the case of inCentea. In Revista Ação Sustentável Global. Vol. 2, Nº 2, Jan./Jun. Rio de Janeiro: Instituto de Ciência, Tecnologia e de Inovação Sustentável Global. ISSN: 2764-2941. Disponível em https://sustentavelglobal.com/includes/pt-br/acervo.php

MOURA, Rui Duarte & PARREIRA, Artur (2021). «Inovação Estratégica, Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade: caso inCentea» in revista RH Visão Sustentável. Vol. 3, Nº 5, Jan./Jun. Rio de Janeiro: Faculdade CESGRANRIO. ISSN: 2763-5422. Disponível em https://revistas.cesgranrio.org.br/index.php/rh_visaosustentavel/issue/view/126

MOURA, Rui Duarte & PARREIRA, Artur (2021). «Pandemia Covid-19: impactos socioprofissionais do trabalho remoto» in Gato, A.; Cerqueira,  A.; Canais, E.; Rebelo, J.; Moreira, S.; Barbosa, V. (eds.). Atas do III Seminário Vulnerabilidades Sociais e Saúde (I Seminário Internacional) subordinado ao tema Epidemias: uma Análise Interdisciplinar. Edição online da do Instituto Politécnico de Setúbal/ Escola Superior de Ciências Empresariais; pp. 257-271. ISBN: 978-989-53236-4-7. Disponível em Atas | Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e Saúde (ips.pt) ou Repositório Comum: Atas do III seminário vulnerabilidades sociais e saúde (I Seminário Internacional) (rcaap.pt)

PARREIRA, Artur, MOURA, Rui Duarte & SILVA, Ana Lorga da (2019). Chapter 2 – Knowledge Society: Participation, Transparency, and Trust as Factors of Citizenship, pp. 27-54, DOI: 10.4018/978-1-5225-8350-9.ch002. In Constitutional Knowledge and Its Impact on Citizenship Exercise in a Networked Society, 332 p., ISBN13: 9781522583509. Disponível o resumo e a introdução em https://www.igi-global.com/chapter/knowledge-society/224099

MOURA, Rui Duarte, PARREIRA, Artur & SILVA, Ana Lorga da (2019). «Distance education and virtual learning environments: new challenges for management and evaluation» in Alves, N. & Urze, P. (Coord.). Education, Employment and Retirement: Transitions in Risk Societies. III International Meeting of Sociology (ISSOW). Edição Online da Associação Portuguesa de Profissionais em Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho (APSIOT), ISBN: 978-989-95465-9-2. Disponível em http://www.apsiot.pt/images/publicacoessiot/27_3eisiot.pdf

PARREIRA, Artur; SILVA, Ana Lorga da & MOURA, Rui (2018). «Transparência e Cidadania Organizacional: anticorrupção e sustentabilidade», in Almeida, A. J. & Urze, P. (coord.), Emprego, Desenvolvimento e Coesão Social: Que Perspetivas para a Regulação Económica e Social?, XVII Encontro Nacional de Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho. Edição Online da Associação Portuguesa de Profissionais em Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho (APSIOT), pp. 176-191. ISBN: 978-989-95465-8-5. Disponível em http://www.apsiot.pt/images/publicacoessiot/17_xvii.pdf

terça-feira, 24 de julho de 2018

Obras disponibilizadas na Internet 2004-2018

LIVROS E MANUAIS

MOURA, Rui (coord.); DIAS, Álvaro; QUINTAS, Célia; COSTA, Dilar & RIBEIRO, Luísa (2016). Stresse Ocupacional em Professores do Ensino Básico e do Ensino Secundário: metamorfoses escolares, riscos e níveis diferenciados de stresse. Lisboa, Autoridade para as Condições de Trabalho / Universidade Autónoma de Lisboa, 267 p. Disponível em http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Publicacoes/ProjetosApoiados/12016/Documents/Stresse%20ocupacional%20em%20profs%20do%20ensino%20e.pdf

MOURA, Rui (coord.); DIAS, Álvaro; QUINTAS, Célia & COSTA, Dilar (2012). Estudo de Aproveitamento do Desemprego Qualificado. Porto, Associação Empresarial de Portugal (AEP), 155 p. Disponível em http://www.poatfse.qren.pt/upload/docs/Diversos/ESTUDOS/Desemprego-Relatorio.pdf

MOURA, Rui (coord.); DIAS, Álvaro; QUINTAS, Célia & COSTA, Dilar (2012). Manual de Identificação, Aplicação e Disseminação de Transferência do Conhecimento. Porto, Associação Empresarial de Portugal, 46 p. Disponível em http://www.poatfse.qren.pt/upload/docs/Diversos/ESTUDOS/Desemprego-Manual.pdf

MOURA, Rui (coord.); COSTA, Dilar; JOAQUIM, Natércia; RIBEIRO, Luísa; CRUZ, Manuel & GABIRRO, Carlos (2011). Políticas, Estratégias e Práticas de Prevenção e Combate ao VIH/SIDA no Trabalho. Lisboa, Autoridade para as Condições de Trabalho / Universidade Autónoma de Lisboa, 179 p. Disponível em http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Publicacoes/ProjetosApoiados/2011/Documents/Políticas,%20estratégias%20e%20práticas%20de%20prevenção%20e%20combate%20ao%20VIHSIDA%20no%20trabalho.pdf

MOURA, Rui (coord.); QUINTAS, Célia; COSTA, Dilar; RIBEIRO, Luísa & PIMENTA, Margarida (2010). Assédio Moral no Trabalho – Estratégias, Processos e Práticas de Prevenção. Lisboa, Autoridade para as Condições de Trabalho / Universidade Autónoma de Lisboa, 176 p. Disponível em http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Publicacoes/ProjetosApoiados/2010/Documents/Assédio%20moral%20-%20estratégias,%20processos%20e%20práticas%20de%20intervenção.pdf

MOURA, Rui (coord.); PARREIRA, Artur; QUINTAS, Célia; COSTA, Dilar & RIBEIRO, Luísa (2010). Stress no Trabalho – Estratégias e Medidas de Prevenção. Lisboa, Autoridade para as Condições de Trabalho / Universidade Autónoma de Lisboa, 174 p. Disponível em http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Publicacoes/ProjetosApoiados/2010/Documents/Stress%20-%20estratégias%20e%20medidas%20de%20prevenção.pdf

MOURA, Rui (coord.); MARQUES, Ana; NETO, António & COELHO, Vítor (2008). Actores Intermédios da Orgânica Empresarial – o futuro do emprego, das competências e da formação. Lisboa, MundiServiços / POEFDS, 192 p. Depósito Legal nº 278930/08. Disponível em http://opac.iefp.pt:8080/images/winlibimg.aspx?skey=&doc=45345&img=270

LOURENÇO, Isabel & MOURA, Rui (2007). Manual de Liderança, Lisboa, INA – Instituto Nacional de Administração, 221 p. Disponível em https://pt.scribd.com/document/112170417/Manual-Lideranca

MOURA, Rui (coord.); QUINTAS, Célia; FERRO, Miguel: GRAÇA, Vanda & COELHO, Vítor (2004). Políticas e Práticas de Prevenção da Sinistralidade na Construção Civil em Portugal, (coordenador científico). Lisboa, Autoridade para as Condições de Trabalho / Universidade Autónoma de Lisboa, 2004, 216 p. Disponível em http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Publicacoes/ProjetosApoiados/2004/Documents/Politicas%20e%20práticas%20de%20prevenção%20da%20sinistralidade%20na%20const%20civil%20em%20Portugal_2004_I.pdf

CAPÍTULOS DE LIVROS E ARTIGOS EM REVISTAS CIENTÍFICAS E TÉCNICAS

PARREIRA, Artur; LORGA DA SILVA, Ana; MOURA, Rui (2018). «Transparência e Cidadania Organizacional: anticorrupção e sustentabilidade», in Almeida, A. J. & Urze, P. (coord.), Emprego, Desenvolvimento e Coesão Social: Que Perspetivas para a Regulação Económica e Social?, Atas do XVII Encontro Nacional de Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho. Lisboa: Associação Portuguesa de Profissionais em Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho, pp. 176-191. ISBN: 978-989-95465-8-5. Disponível em http://www.apsiot.pt/images/publicacoessiot/17_xvii.pdf

MOURA, Rui; DIAS, Álvaro; QUINTAS, Célia; COSTA, Dilar & RIBEIRO, Luísa (2017). «Metamorfoses escolares e stress ocupacional em professores do ensino básico e secundário». In Urze, P., Serrano M. M. & Assunção F. (eds.). II International Meeting of Industrial Sociology, Sociology of Organizations and Work (ISSOW). Work, Professions and Organizations: Tensions, Paths and Public Policies. Campus of Caparica: Faculty of Sciences and Technology, pp. 216-230. ISBN: 978-989-95465-7-8. Disponível em http://www.apsiot.pt/images/publicacoessiot/04_2eisiot.pdf

MOURA, Rui (2016). «Depoimento Gestão de Competências». In CEITIL, Mário (org.). Gestão e Desenvolvimento de Competências. Lisboa: Edições Sílabo. 2ª Edição. ISBN: 9789726188346. Excerto disponível em http://www.silabo.pt/livros.asp?num=257

MOURA, Rui; DIAS, Álvaro; QUINTAS, Célia & COSTA, Dilar (2015). «O mentoring como processo de transferência de conhecimento: estudo experimental a partir de reformados e desempregados qualificados» / «The mentoring as a process of knowledge transfer: an experimental study from retired and skilled unemployed», International Journal on Working Conditions, No. 9, June. Porto: Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, pp. 117-141. ISSN: 2182-9535. Disponível em http://ricot.com.pt/artigos/1/IJWC.9_Moura%20et%20al.p.117-141.pdf

MOURA, Rui; COSTA, Dilar & JOAQUIM, Natércia (2014). «VIH/SIDA e Trabalho: Percursos e Estratégias de Combate à Discriminação/Estigma no Universo Laboral» / «HIV/AIDS and work: Pathways and Strategies for Combating Discrimination/ Stigma at workplace», International Journal on Working Conditions, No. 8, December, pp. 44-62. Porto: Instituto de Sociologia da Universidade do Porto. ISSN: 2182-9535. Disponível em http://ricot.com.pt/artigos/1/IJWC.8_Moura,Costa,Joaquim_44.62.pdf

MOURA, Rui; DIAS, Álvaro; QUINTAS, Célia & COSTA, Dilar (2014). «Organizational Knowledge Transfer: Creating new knowledge from old knowledge», V Conferência de Investigação e Intervenção em Recursos Humanos – Resumos. Porto: ESEIG – Instituto Politécnico do Porto, 2014. Resumo disponível em http://www.eseig.ipp.pt/publicacoes/index.php/iirh/article/view/467

MOURA, Rui (2008). «A gestão do trabalho e do emprego nas empresas», in AA. VV., O que está a mudar no trabalho humano, JANUS, nº 11, Universidade Autónoma de Lisboa / Jornal Público, 2008, p. 180-181. ISBN 978-989-619-135-1. Disponível em https://www.janusonline.pt/arquivo/2008/2008_4_4_2.html

MOURA, Rui & RIBEIRO, Silva (2006). «Autonomia e flexibilidade funcional: Ilhas de produção na indústria de moldes» (co-autor), in Dirigir, Revista para chefias, nº 93, Lisboa, IEFP, Janeiro – Março, pp. 34-43. ISSN 0871-7354. Disponível em https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/4226/1/Autonomia%20e%20Flexibilidade%20Funcional_2006.pdf

quarta-feira, 13 de março de 2013

Estudo sobre o Aproveitamento do Desemprego Qualificado


Estudo sobre o Aproveitamento do Desemprego Qualificado, Porto, AEP, 2012, 155 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador), Álvaro Dias, Célia Quintas e Dilar Costa.
Em Dezembro de 2012 foi publicado pela Associação Empresarial de Portugal o “Estudo sobre o Aproveitamento do Desemprego Qualificado, orientado pelos seguintes objectivos gerais:
»»» Dinamizar o mercado de trabalho rentabilizando o conhecimento operacional e tácito detido por pessoas qualificadas que se encontrem reformadas ou em situação de desemprego de longa duração.
»»» Estabelecer uma ligação entre estes agentes e o tecido empresarial com o intuito de contribuir para potenciar a competitividade das empresas, da sociedade e da economia e, simultaneamente, proporcionar novas experiências às pessoas qualificadas em situação de reforma ou de desemprego de longa duração.
Neste contexto definiram-se os seguintes objetivos operacionais:
»»» Identificar e acumular conhecimento detido por pessoas em situação de reforma ou em situação de desemprego de longa duração.
»»» Desenvolver projetos mobilizadores desse conhecimento em prol da sociedade e da economia.
»»» Estimular o desenvolvimento de competências nas PME portuguesas.
»»» Promover o desenvolvimento sustentável num quadro de competitividade económica.
Todos os objectivos foram alcançados.

Manual de Identificação, Aplicação e Disseminação de Boas Práticas de Transferência de Conhecimento


Manual de Identificação, Aplicação e Disseminação de Boas Práticas de Transferência de Conhecimento, Porto, AEP, 2012, 46 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador), Álvaro Dias, Célia Quintas e Dilar Costa.
Em Dezembro de 2012 foi publicado pela Associação Empresarial de Portugal o “Manual de Identificação, Aplicação e Disseminação de Boas Práticas de Transferência de Conhecimento”, o qual operacionaliza o “Estudo sobre o Aproveitamento do Desemprego Qualificado”, que apresenta uma metodologia e boas práticas de transferência de conhecimento, que se sustentam, largamente, num portal online, no conceito de mentoring. e numa sequência metodológica de três etapas.
A metodologia deste tipo de intervenção organizacional articula as três etapas com o conceito de mentoring e com as tipologias e estrutura dos programas de mentoring.
Estas etapas constituem um referencial metodológico relacionado aos processos de transferência de conhecimento, seja de natureza explícita seja de natureza tácita.

Paralelamente foram definidas formas de divulgação e disseminação da informação sobre as boas práticas identificadas, com base na configuração do portal on line

terça-feira, 28 de abril de 2009

Perfis Profissionais e Diagnóstico de Necessidades de Formação no Sector do Ambiente


Perfis Profissionais e Diagnóstico de Necessidades de Formação no Sector do Ambiente, Lisboa, APEMETA, 2008, 126 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador) e Victor Coelho.

Em Abril de 2006 foi publicado pelo IQF – Instituto para a Qualidade na Formação um estudo sobre “O Sector do Ambiente em Portugal”, o qual efectuou: a delimitação do sector do ambiente; o diagnóstico e prospectiva do sector; a evolução dos empregos, das qualificações e das competências; o diagnóstico de necessidades de formação e pistas para a reorientação da formação profissional.


O estudo considerou o domínio empresarial e o domínio não empresarial do sector do ambiente, mas a APEMETA – Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais pretendeu actualizar o estudo no que respeita aos perfis profissionais e ao diagnóstico de necessidades de formação envolvendo apenas o domínio empresarial do sector do ambiente em Portugal.


Tendo em consideração que os dois primeiros objectivos do estudo do IQF não são questionáveis do ponto de vista empresarial / não empresarial, o presente estudo centrou-se principalmente nos dois últimos objectivos anteriormente mencionados, desenvolvendo-se a partir dos seguintes assuntos:


1. Caracterização sucinta do sector do ambiente em Portugal com o foco no sistema empresarial.

2. Identificação e elaboração de casos de empresas caracterizadores das estratégias das empresas, das políticas e práticas de gestão de recursos humanos, das profissões estratégicas e da formação profissional.
3. Identificação e elaboração dos principais perfis profissionais considerados chave para o sector.
4. Identificação e elaboração de trajectórias formativas de alguns titulares de cargos analisados.
5. Diagnóstico de necessidades de formação no sector do ambiente.
6. Constatação e caracterização do panorama geral da evolução do emprego do sector no que respeita aos perfis profissionais e à formação profissional.

Para o efeito, o estudo apresenta diversos produtos gerados no decorrer da pesquisa efectuada, designadamente os seguintes:


· enquadramento do sector do ambiente;

· estudo de casos;
· perfis profissionais;
· trajectórias e necessidades formativas;
· inquérito de formação profissional às empresas;
· evolução do emprego do sector;
· plano de formação profissional.

O enquadramento do sector do ambiente baseia-se nos dados disponibilizados pela APEMETA; o estudo de casos de empresas nos domínios da estratégia, políticas e práticas de gestão de recursos humanos, profissões estratégicas e formação profissional; os perfis profissionais apresentam o referencial de emprego e as competências mobilizáveis relativamente a diversas profissões; as trajectórias e necessidades formativas referem-se a titulares dos respectivos cargos, evidenciando-se, principalmente a formação realizada e as necessidades por indivíduo; o inquérito de formação foi aplicado às empresas associadas da APEMETA e revela diversos elementos relacionados com a formação profissional e as necessidades formativas.


A componente empírica do estudo foi estruturada por um dispositivo metodológico, no qual se procurou articular duas abordagens diferenciadas – uma extensiva, na forma de um inquérito às empresas, e outra intensiva, de estudo de casos – com o objectivo de caracterizar a gestão do emprego praticada, identificar necessidades formativas dos trabalhadores e identificar e construir os perfis profissionais considerados chave para as empresas do sector do ambiente.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Benchmarking em práticas de gestão de recursos humanos: da comparação à aprendizagem

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Benchmarking em Práticas de Gestão de Recursos Humanos: da comparação à aprendizagem, Borba, CEVALOR / POEFDS, 2008, 155 pp. / Prefácio: Rui Moura.

A investigação-acção levada a efeito por cientistas sociais no domínio empresarial português constitui, desde há alguns anos a esta parte, um eixo fundamental para o desenvolvimento das componentes imateriais que caracterizam a configuração das empresas e de outras organizações de trabalho numa sociedade do conhecimento.

Efectivamente, os desafios que se colocam à competitividade e à qualidade da prestação de bens e serviços que os agentes económicos e institucionais prestam aos clientes e aos cidadãos, bem como a emergência da responsabilidade social das organizações (RSO) em matéria de economia, emprego e ambiente, passam necessariamente por melhorar o conhecimento sobre as alternativas estratégicas de índole organizacional e de gestão de recursos humanos e obter a adesão das empresas / organizações de trabalho para práticas experienciais inovadoras em contextos de aprendizagem organizacional contínua.

Sublinhando os desafios definidos pela União Europeia e consagrados na estratégia de Lisboa, reconhecendo o papel fundamental das pequenas e médias empresas na criação de riqueza e na mudança socioeconómica e focando a gestão estratégica de recursos humanos assente num modelo de cooperação de benchmarking, a CEVALOR e a equipa de investigação do estudo apresentado lançaram uma perspectiva inovadora no que respeita à organização e à sistematização de informação relevante sobre o meio envolvente do sector da pedra natural, tendo em vista a gestão estratégica dos activos humanos a partir das necessidades e dos desafios do sector.

Orientado por uma investigação activa baseada na realidade do sector, o estudo constitui uma mudança significativa de perspectiva estratégica da gestão de recursos humanos com apoio da ferramenta benchmarking, porquanto a identificação das práticas de recursos humanos constitui apenas um meio para um posicionamento de aprendizagem experienciada e contínua de implementação de novas práticas que conduzam a mudanças organizacionais significativas e a culturas de inovação duradouras.

Trata-se, como os próprios autores mencionam, de superar a simples perspectiva de benchmarking – sem dúvida um instrumento fundamental reconhecido por inúmeras organizações nacionais e internacionais – para a de benchlearning, na qual o desenvolvimento profissional dos actores e o desenvolvimento organizacional das empresas se desenrolam mediante fusão das partes num processo holístico que consiste em espirais de aprendizagem interminável.

Tal processo é o corolário de uma nova lógica de abordagem empresarial à qualidade quer do emprego quer das práticas de gestão de recursos humanos, sustentada não apenas por uma metodologia de emulação com as melhores práticas e de adopção contextualizada dessas práticas, mas, também, por um passo adiante, caracterizado por acções únicas de inovação organizacional baseadas no desenvolvimento de competências próprias, tanto quanto possível originais e difíceis de imitar, que acrescentem valor à qualidade dos processos intra-organizacionais e aos níveis de competitividade de cada empresa.

A óptica mencionada concorre decisivamente para um quadro global de RSO, mediado por novas práticas de gestão de recursos humanos e melhores condições de trabalho, tal como foi definido pela Cimeira de Lisboa, em 2000, no âmbito do apelo à responsabilidade social das empresas e, posteriormente, do Livro Verde, que conduzem a processos de envolvimento e participação dos actores, ao estímulo a práticas de modalidades de formação interactivas e ao desenvolvimento de flexibilidades de trabalho.

Para o efeito, a criação de um Observatório Sectorial constitui um meio operacional adequado para desenvolver um modelo de cooperação de benchmarking em gestão de recursos humanos no sector estudado, designado pelos autores como um serviço de inteligência organizacional, porquanto contém em si mesmo uma lógica de cooperação interinstitucional em rede, orientada para objectivos centrados no estímulo à inovação organizacional e à noção de empreendedorismo de todos os actores, à criação de redes de natureza sectorial e temática que aproximem as PME entre si aos níveis regional / local e desenvolvam aprendizagens interactivas, ao incremento de culturas inovadoras que saibam tirar partido de oportunidades de risco e assegurem uma dinâmica permanente de gestão do conhecimento e, finalmente, à criação e aprofundamento de perfis estratégicos que contenham competências distintivas de alto valor acrescentado.

A concretização do cenário mencionado constitui um passo importante para que seja mais fácil disseminar práticas inovadoras e bem sucedidas da gestão de recursos humanos que, por via de emulação, possam ser multiplicadas e adaptadas a outros contextos e, quiçá, inspiradoras de inovação empresarial inédita.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Actores Intermédios da Orgânica Empresarial – o futuro do emprego, das competências e da formação


Actores Intermédios da Orgânica Empresarial – o futuro do emprego, das competências e da formação, Lisboa, MundiServiços / POEFDS, 2008, 192 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador), Ana Paula Marques, António Neto e Victor Coelho.

Sinopse na Contra Capa:

Esta obra analisa as dinâmicas profissionais dos actores intermédios da orgânica empresarial, especialmente os referenciais de emprego, as competências em emergência, o seu papel nos processos de mudança organizacional, as vivências profissionais, as dificuldades sentidas e a igualdade de oportunidades.

O campo de pesquisa privilegiou empresas posicionadas numa dinâmica de clusters e de especialização internacional, em contextos locais e regionais, face aos desafios para o futuro de Portugal, visando forjar o novo quadro de funções, competências e formação que se adequa aos actores intermédios.

A obra apresenta, ainda, um conjunto alargado de políticas e de boas práticas de gestão respeitantes aos actores intermédios e aprofunda as conclusões do estudo através da montagem de um sistema de acompanhamento, aconselhamento e avaliação de experiências piloto realizadas nas empresas.

Igualdade de Género no Trabalho - situações problema e perspectivas de futuro


Igualdade de Género no Trabalho – situações problema e perspectivas de futuro, (coordenador), Lisboa, AEDES / ISCSP / POEFDS, 2008, 159 pp. / Autores: Fausto Amaro e Rui Moura (coordenadores), António Neto, Celeste Quintino e Rui Serapicos.

Sinopse na Contra Capa:

O objectivo central da investigação que se publica consiste na identificação dos vectores que potenciam a igualdade de género no trabalho e emprego em Portugal

Os casos estudados mostram que não é comum a existência de uma política definida e formalizada no que respeita à igualdade de género. Porém, as empresas não apresentam discriminações sistemáticas e, em muitos casos, praticam medidas favoráveis à igualdade de género, mas não são implementadas num quadro de gestão. Isto é, muitas dessas medidas não são enquadradas formalmente num modelo de gestão, ocorrendo amiudadas vezes nas práticas informais.

O estudo desenvolvido mostra, também, que a modernização da organização do trabalho e a criação de redes de proximidade são dimensões incontornáveis da igualdade de género no trabalho. Por um lado, é essencial a criação de serviços de proximidade que incluam diversos serviços de apoio familiar e que contribuam para a conciliação da vida profissional e da vida privada. Por outro lado, há que modernizar a organização do trabalho por via de novas modalidades de gestão do tempo de trabalho, de envolvimento dos indivíduos e de planeamento de novas competências.

A igualdade de género é algo que não se obtém de forma nominal, mas através de decisões políticas que envolvam diversos domínios e façam com que as questões de género sejam tratadas transversalmente a todos os níveis e em todas as fases de implementação dos processos organizacionais.

O novo paradigma apela à igualdade de género e as organizações de trabalho exigem gestores e trabalhadores aptos para novos cargos estratégicos, novos perfis profissionais, proliferação de estruturas em rede, equipas de projecto, equipas de resolução de problemas, responsabilidades e tempos de trabalho partilhados.

Paralelamente emergem novos conceitos de responsabilidade social das organizações, de governança corporativa e de contrato moral entre empregadores e empregados no sentido de explicitar a necessidade de consolidação da ‘empresa cidadã’, da capacidade de ‘empregabilidade’ e da empresa como ‘comunidade auto-sustentável’.

A disseminação destes conceitos que lhe são associadas determina que a ‘empresa cidadã’ confira cidadania social aos seus membros, capacidade de empregabilidade num quadro de desenvolvimento, formação profissional e carreiras profissionais, e que desenvolva redes e parcerias sólidas com outras organizações para que se torne um espaço auto-sustentável e duradoura.

sábado, 12 de julho de 2008

Rotação Emprego-Formação: a experiência portuguesa de jobrotation



Rotação Emprego-Formação: a experiência portuguesa de jobrotation, Lisboa, DGERT – Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, colecção Cadernos de Emprego e Relações de Trabalho, nº 3, 2005, 96 pp. / Autores: António Oliveira das Neves e Rui Moura (coordenadores). 

Sinopse na Contra Capa: 

A medida de política Rotação Emprego-Formação, criada através do Decreto-Lei nº 51/99, de 20 de Fevereiro, tem como objectivo apoiar a formação contínua dos trabalhadores sem perdas de produtividade para as empresas e, simultaneamente, permitir a desempregados uma experiência profissional potencialmente útil à sua [re]inserção no mercado de trabalho, no âmbito das funções desempenhadas pelos trabalhadores em formação. Com a presente publicação, divulgam-se os resultados do trabalho de avaliação desta medida de política e apresentam-se recomendações tendo em vista a sua redinamização no quadro do Plano Nacional de Emprego.

Estudo de avaliação das políticas de aprendizagem ao longo da vida


Estudo de Avaliação das Políticas de Aprendizagem ao Longo da Vida, (co-autor), Lisboa, DGEEP – Direcção-Geral de Estudos, Estatística e Planeamento, colecção Cogitum, nº 17, 2005, 187 pp. / Autores: António Oliveira das Neves (coordenador), António Fazendeiro, Catarina Pereira, Sandra Dionízio e Rui Moura. 

Sinopse na Contra Capa: 

O estudo de avaliação, realizado pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) para a DGEEP/MTSS, compreendeu várias dimensões de análise, nomeadamente:

· leitura global e de natureza qualitativa das evoluções da abordagem do PNE à EEE, no que concerne à temática da ALV;
· leitura global e de natureza qualitativa das sinergias existentes entre medidas de política de educação / emprego / formação;
· avaliação da eficácia da formação ao longo da vida e efeitos sobre a organização do mercado de trabalho;
· avaliação de efeitos das medidas que concretizam a ALV sobre os beneficiários finais, a empregabilidade e o mercado de trabalho.

O Estudo encerra com um conjunto de Recomendações em matéria de medidas de política de educação, formação e emprego que contribuam, nomeadamente, para melhorar os indicadores relativos à procura individual de formação e à participação das empresas na promoção de formação contínua, eixos centrais para concretizar as orientações contidas na abordagem da aprendizagem ao longo da vida.

Auto-avaliação dos projectos EQUAL


Auto-Avaliação dos Projectos EQUAL, (co-autor), colecção Saber Fazer, nº 3, Lisboa, Edição do Gabinete de Gestão EQUAL, 2003, 38 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador), Karla Moura, Luís Capucha, Marco Fernandes, Sofia Pacheco, Rui Brites, Plácido Maia, Vítor Cardeal e Judite Estêves Pinto (INXL) / Manuel Pimenta (Gabinete EQUAL).

Nota de Abertura: 

O presente Guia é o terceiro número da Colecção “Saber Fazer”, e visa apoiar as Parcerias de Desenvolvimento em mais uma das áreas-chave do desenvolvimento dos projectos: a da auto-avaliação.

Em parceria, e de forma amplamente participada, é como se espera que seja efectuada a avaliação dos projectos, para garantir que o processo avaliativo gera uma reflexão conjunta por parte dos diversos protagonistas, e que os seus resultados traduzem as diferentes perspectivas e beneficiam a acção dos vários parceiros e o próprio projecto.

O Guia apresenta um conjunto de indicadores-base para a avaliação dos projectos, em torno dos princípios-chave do programa, de aplicabilidade transversal aos projectos de todas as áreas de intervenção. Caberá às equipas de avaliação de cada projecto complementar estes indicadores com outros específicos da sua área de intervenção e do próprio projecto.

Os resultados da auto-avaliação de cada projecto deverão ser devolvidos ao Gabinete de Gestão EQUAL, no formato proposto. Ao incorporar os indicadores do presente guia na sua auto-avaliação, os projectos estão a permitir a comparabilidade dos resultados entre projectos e a enriquecera avaliação intercalar do programa. Os indicadores complementares construídos por cada projecto dar-nos-ão a perspectiva da especificidade inerente a cada um.

Responsabilidade social das empresas: emprego e formação profissional


Responsabilidade Social das Empresas: Emprego e Formação Profissional, Lisboa, MundiServiços / POEFDS, 2004, 175 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador), Victor Coelho, Karla Moura, Rita Raposo, Rui Brites, José Cardim e Ana Cristina Silva.

Sinopse na Contra Capa: 

A obra que se apresenta pretende responder às questões de emprego e formação profissional associadas ao desenvolvimento da temática da responsabilidade social das empresas, dando conta dos resultados de um estudo de investigação realizado em cinquenta empresas portuguesas, vinte centros de formação profissional e seis empresas com casos de boas práticas em R. S. E.

O estudo identifica condições referenciais de emprego e de formação profissional no âmbito da aplicação de princípios de responsabilidade social das empresas e das competências associadas ao desenvolvimento de práticas adequadas, visando melhorar a eficácia das políticas de recursos humanos através do desenvolvimento e da consolidação dos sistemas de emprego e formação, num quadro de qualidade, eficácia e acessibilidade ao emprego em empresas socialmente responsáveis.

Evolução das políticas de formação nas empresas


Evolução das Políticas de Formação nas Empresas, Lisboa, OEFP – Observatório do Emprego e Formação Profissional, Colecção Estudos e Análises, 2001, 476 pp. / Autores: Rui Moura (coordenador), Karla Moura, Jorge Pedreira, Franklin Chagas, Carlos Nunes e Isidro Simões.

Resumo: 

O estudo intitulado Evolução das Políticas de Formação nas Empresas encomendado pelo Observatório do Emprego e Formação Profissional pretende dar conta das diversas políticas e práticas de formação que as empresas portuguesas têm seguido desde o período Pombalino iniciado em 1755 até à actualidade, incluindo referência sãos antigos sistemas de produção e de circulação e formas de transmissão do saber técnico.

Deste modo, e em conformidade com os termos de referência do estudo, inclui-se: a aprendizagem na Idade Média; as transformações no ensino e na vida económica verificadas a partir do século XVIII; as inovações promovidas antes e depois da implantação da República – especialmente na articulação entre a escola e as actividades económicas; o ensino técnico; as mudanças socorridas após a criação do Fundo de Desenvolvimento da Mão-de-Obra; as consequências do aparecimento da função “pessoal” ou “recursos humanos” nas empresas; o ensino técnico-profissional e o tecnológico; as escolas profissionais; o papel da formação promovida por organizações sindicais, patronais, profissionais e empresariais; a adesão à União Europeia. Tais aspectos são considerados nas suas relações com a formação profissional das empresas, devendo-se referir, contudo, que quanto mais se recuou no tempo mais difícil se tornou relacionas as políticas de formação oficiais com as ocorrências em contexto empresarial.

Isto significa, também, que foi tomado em conta não apenas as políticas de formação nas empresas, mas igualmente as políticas dos poderes públicos em relação à formação nas empresas e às políticas empresariais de formação, de modo a poder-se dar resposta aos objectivos centrais do estudo.

Gestão e desenvolvimento sócio-organizacional


Gestão e Desenvolvimento Sócio-Organizacional, Lisboa, Edição CIDEC, 1991, 234 pp. / Autor: Rui Moura.

Excerto do Prefácio: 

A presente obra constitui um instrumento precioso para a gestão empresarial, na medida em que se estrutura numa dupla perspectiva de modelo estratégico e de “Manual Técnico”, capaz de fornecer aos empresários, aos gestores e quadros das empresas instrumentos preciosos para situações concretas.

De facto o autor procurou criar um “panorama abrangente” de intervenção na cultura da empresa e no desenvolvimento do potencial humano, interligando os aspectos relacionados com a inovação organizacional, a gesta dos indivíduos, a consolidação das relações de grupo, o desenvolvimento das capacidades de gestão empresarial, a realização do diagnóstico organizacional e a implementação de um modelo de gestão integrada de recursos humanos.

Tal perspectiva contribui decisivamente para a consecução de estratégias globais que consagrem modelos flexíveis de desenvolvimento integrado.

Todavia, embora esta interligação seja pouco frequente em obras deste tipo, é sempre possível uma leitura de consulta imediata sobre situações específicas, visto que a concepção desta obra privilegia sub-capítulos temáticos e realça sistematicamente métodos e técnicas de acção que constituem um ampla gama da produção técnico-científica das ciências sociais nas últimas décadas.